Simplesmente sensacionais as dicas do www.waitless.org. Um site dedicado a quem ganhar tempo otimizando as tarefas do dia-a-dia. As dicas vão desde coisas mais banais, como tirar a camiseta; até coisas extremamente complexas (para mulheres), como estacionar o carro.
Me inspirei nos caras para botar à prova uma das minhas principais habilidades: amarrar os cadarços num piscar de olhos. Será que já estou pronto pra me oferecer de modelo?
Para que o 2008 esteja livre de tudo de ruim que aconteceu 2007, a W3Haus está convidando todos a queimaram os piores momentos desse ano numa fogueira coletiva e virtual. Acesse www.nafogueira.com.br e transforme em cinzas tudo o que de pior passou.
Os americanos estão cada vez mais adeptos de chamar o Papai Noel pela internet. Os números desse ano impressionam. De 1 de novembro a 16 de dezembro, os gringos gastaram a bagatela de US$ 23 bilhões nas compras natalinas. Um aumento de 19% em relação ao ano passado. No mercado britânico a expectativa é de bons números também, com projeção de 42% de aumento e cifras na casa dos 13.8 bilhões de libras.
Pra quem pensa que é só brasileiro que deixa tudo pra última hora: o maior volume de venda ocorreu nessa semana com US$ 4.7 bilhões.
Vai dizer que tu nunca fez? Se interessou por alguém, recebeu um currículo, quer saber o que andam falando de ti por aí; daí vai lá no Google, lasca o teu nome,do sujeito ou da sujeita e finca o dedo no “Buscar”. Pois é, “Googlear” alguém é uma prática cada vez mais comum. Já foi tema de episódios de seriados como Sex and the City e Two and a Half Man - que seriado afudê, por sinal. E a Pew Internet & American Life Project resolveu transformar o assunto em foco de pesquisa nos Estados Unidos. Eis o que eles descobriram:
- 47% dos entrevistados já se “Googlearam”
- Desses, apenas 3% faz isso rotineiramente, enquanto 74% fez apenas uma vez (de curioso)
- O contingente é 22% maior do que há 5 anos atrás
- 60% das pessoas ficam satisfeitas com a relevância do que encontram
- 38% não
- 60% do povo não ta nem aí pro que dizem ou deixam de dizer sobre eles na internet
- Para chegar a essas conclusões foram entrevistados mais de 2.300 americanos.
Apologia das boas idéias! O site http://www.virtualspliff.com.au/ faz parte da campanha de um seriado australiano que tem como tema central maconha. Independente de gostar ou não da mardita, recomendo a visita ao site e a participação no joguinho. O internauta que acessa o site pode fumar virtualmente um beck (catronca, fininho, baseado, etc.) disponibilizado em 3 diferentes ambientes. Ligue o seu microfone e prepare o fôlego. Depois volte aqui e me diga como foi a experiência. Valeu a dica Léo.
O presidente da Publicis já se manifestou a respeito do assunto. Para ele, a publicidade não vai garantir a sobrevivência desses “novos negócios da web 2.0? e o alto investimento em cima deles, vai gerar a quebra coletiva tal qual a bolha das ponto com no ano 2000. O expoente principal da teoria de Maurice Lévy é o Facebook, rede social criada por um aluno de Harvard e que reúne milhões de pessoas do planeta, principalmente americanos. É um orkut que não deu certo só no Brasil e na Índia, mas em país com dinheiro (e isso faz muita diferença). Pra se ter uma idéia, o Facebook é avaliado em 15 bilhões de dólares. De olho nesse promissor negócio, a Microsoft já abocanhou um percentual para si. Agora foi a vez de um bilionário de Hong Kong tentar aumentar sua fortuna participando do Facebook com a aquisição de 0,4% das ações. E esse menos de meio percentual saiu pela bagatela de 240 milhões de doletas.
De tantos milhões pra lá e pra cá, o assunto despertou a criatividade de um vivente que resolveu compartilhar sua visão do mercado com o mundo. Vídeo abaixo: