twitter killed the blog star
1.04.2009 >> Internet, Mercado Webhttp://www.twitter.com/tiagoritter. desculpe visitante, com 140 caracteres é bem mais fácil de ser assíduo. prometo que ainda voltarei aqui.

http://www.twitter.com/tiagoritter. desculpe visitante, com 140 caracteres é bem mais fácil de ser assíduo. prometo que ainda voltarei aqui.
Os americanos estão cada vez mais adeptos de chamar o Papai Noel pela internet. Os números desse ano impressionam. De 1 de novembro a 16 de dezembro, os gringos gastaram a bagatela de US$ 23 bilhões nas compras natalinas. Um aumento de 19% em relação ao ano passado. No mercado britânico a expectativa é de bons números também, com projeção de 42% de aumento e cifras na casa dos 13.8 bilhões de libras.
Pra quem pensa que é só brasileiro que deixa tudo pra última hora: o maior volume de venda ocorreu nessa semana com US$ 4.7 bilhões.
Assim que tiver dados do Brasil, postarei aqui.
O presidente da Publicis já se manifestou a respeito do assunto. Para ele, a publicidade não vai garantir a sobrevivência desses “novos negócios da web 2.0? e o alto investimento em cima deles, vai gerar a quebra coletiva tal qual a bolha das ponto com no ano 2000. O expoente principal da teoria de Maurice Lévy é o Facebook, rede social criada por um aluno de Harvard e que reúne milhões de pessoas do planeta, principalmente americanos. É um orkut que não deu certo só no Brasil e na Índia, mas em país com dinheiro (e isso faz muita diferença). Pra se ter uma idéia, o Facebook é avaliado em 15 bilhões de dólares. De olho nesse promissor negócio, a Microsoft já abocanhou um percentual para si. Agora foi a vez de um bilionário de Hong Kong tentar aumentar sua fortuna participando do Facebook com a aquisição de 0,4% das ações. E esse menos de meio percentual saiu pela bagatela de 240 milhões de doletas.
De tantos milhões pra lá e pra cá, o assunto despertou a criatividade de um vivente que resolveu compartilhar sua visão do mercado com o mundo. Vídeo abaixo:
Cada vez mais se confirma a minha suspeita de que o futuro do planeta é ser sponsored by Google. “Ele” já sabe quem são meus amigos (orkut), quais meus vídeos preferidos (youtube), os meus compromissos da semana (calendar), as bobagens que recebo (gmail pessoal), os negócios que estou fechando (gmail corporativo), os assuntos que mais me interessam (google search), de onde venho e pra onde vou (google maps) e pode até começar a me render uns trocados (adsense). Não posso negar que minha vida está nas mão de Larry Page e Sergey Brin. Eu, enquanto um simples mortal, posso me dar esse direito de depender deles. Já eles, enquanto donos da marca mais valiosa do mundo, não querem depender de ninguém.
Pra isso, começaram a investir na produção de ENERGIA (sim, aquela da tomada onde tu pluga o Playstation). Eles não querem deixar os milhares de computadores dos seus datacenters sem ter do que se alimentar. E, como eles são tri gente boa, só vão investir em fontes de energia renováveis: sol, vento e tudo mais que não se esgote e não polua.
Como tudo no Google os planos estão longe de serem modestos. Gerar nada menos do que 1 gigawatt de energia. Potência suficiente para alumiar uma cidade como São Francisco, na Califa (Gay Pride off). Te basta?
Mais info, aqui.